Governo busca melhorias na área de patrimônio e políticas culturais

O prefeito Zelinho e os secretários de Comunicação e Eventos, Sergio Rodrigo Reis, e de Planejamento, Antônio Odaque, se reuniram, na manhã desta quarta-feira, 26, com a ex-presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e ex-coordenadora da UNESCO, Jurema Machado, para debater investimentos na área de patrimônio e políticas culturais. Também participou do encontro a assessora de Coordenação Governamental, Marta Bacharel. Em seguida, foram realizadas visitas ao Museu de Mineralogia e Arte Sacra e ao Parque Ecológico da Cachoeira.

Jurema Machado, que também é membro do Conselho Curador do Museu de Congonhas, irá auxiliar a Prefeitura, por meio da FUMCULT, na construção de políticas públicas e programas que valorizem a transversalidade entre a proteção e promoção do patrimônio cultural e as políticas de educação, desenvolvimento urbano e turismo. "Temos desafios importantes pela frente, em especial a complementação do sistema de museus, a melhoria da paisagem urbana e a acessibilidade. Temos um conjunto de desafios que têm, em comum, a valorização do patrimônio e da característica cultural da cidade. Fiz um levantamento e vou trazer proposições e soluções, além de buscar recursos de financiamento", completa.

A princípio, o projeto passa por cinco áreas de atuação: planejamento cultural; Museu da Mineralogia; consolidação do Museu de Congonhas; patrimônio cultural e educação; turismo e indicadores; e planejamento territorial e paisagem urbana.


Jurema explica que o Museu de Mineralogia e Arte Sacra, que está sendo reestruturado, é um acervo importante porque mostra a lógica do crescimento da cidade depois do ouro, com o crescimento da atividade mineradora. "Hoje cabe uma visão ampliada da relação da mineração com o meio ambiente, o território e o desenvolvimento. É o ponto de partida porque é o museu mais fragilizado que a cidade tem hoje, já que ele ainda não está adequado para exposição, e tem uma temática muito estimulante", explica.

Fonte (SECOM)