Museu de Congonhas e da Ladeira reabrem para a visitação

Após um período fechado devido a pandemia do Covid-19, o Museu de Congonhas e o Museu da Imagem e Memória (Ladeira), reabrem nesta terça-feira, 09. Os centros culturais vão funcionar de 9h às 17h, de terça-feira a domingo. O Museu de Imagem e Memória tem entrada gratuita, já no Museu de Congonhas o ingresso permanece R$10,00, sendo que estudantes e pessoas acima de 60 anos pagam meia entrada e crianças até 11 anos não pagam. Às quartas-feiras, o Museu de Congonhas também oferece gratuidade para todos os públicos.

 

Museu de Congonhas

Inaugurado em dezembro de 2015, o Museu de Congonhas é o primeiro museu de sítio histórico do Brasil. O espaço faz uso de recursos de alta tecnologia para oferecer informações relevantes para que o público entenda e reflita sobre a grandiosidade e importância da história local. O Centro Cultural recebe turistas e estudiosos de diversos países, o que fez do espaço um grande aliado na divulgação do potencial turístico do município valorizando todo o complexo histórico.

A exposição permanente trata das manifestações da fé no passado e no presente, em particular, o sentido de exteriorização da devoção projetado na monumentalidade teatral do espaço do Santuário, nas práticas da romaria e nos ex-votos. Um dos principais acervos é a coleção Márcia de Moura Castro. Composta por 342 peças que pertenceram à colecionadora, as obras foram adquiridas pelo Iphan em 2011. Outro acervo importante é a Coleção Fábio França, uma biblioteca de referência no Brasil sobre o barroco, a arte e a fé.

Museu da Imagem e Memória (Ladeira)

O Museu da Imagem e da Memória, localizado em um casarão na tradicional “Ladeira” de Congonhas, tem como proposta guardar e divulgar a história da cidade. Nesse sentido, parte do princípio que todos os congonhenses são ao mesmo tempo agentes, guardiões e divulgadores dessa narrativa.

A atual montagem da exposição tem como eixo central o processo de “urbanização”, percorrendo desde o século XVIII até a efetivação da emancipação política , mostrando como a história está intimamente ligada a um contexto bem mais amplo. Ainda pensando no conceito de “espelho”, onde o congonhense possa se ver, apresenta a história de personalidades da cidade, para gerar representatividade, causar discussões e transformar este em um espaço vivo e questionador.