Erasmo Carlos reúne centenas de pessoas em uma noite emocionante no Museu de Congonhas

Com todo o talento e simpatia, o eterno "Tremendão", Erasmo Carlos, participou de mais uma edição do projeto Poesia e Música no Museu. O artista emocionou o público relembrando antigos sucessos e contando causos e casos sobre a sua vida, trajetória musical, parcerias consagradas, o movimento da Jovem Guarda e a nova turnê. O bate-papo foi conduzido pelo pesquisador, ensaísta e professor universitário Júlio Diniz.

O projeto "Poesia e Música no Museu" já trouxe outros artistas renomados para Congonhas como Moraes Moreira, família Caymmi, Toni Garrido, Tony Belloto e Joice Moreno. A iniciativa conta com o patrocínio da empresa CSN, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.

Durante o bate-papo, Erasmo contou sobre a sua infância com mãe no Rio de Janeiro, falou das suas influências musicais e artísticas como Tim Maia, Roberto Carlos e Jorge Ben Jor. Seu amor pelo Rock e a Bossa Nova e seu encantamento pelos quadrinhos. O artista falou também da parceria com Roberto Carlos e Wanderléa, que deu origem a  Jovem Guarda, movimento musical que virou febre nacional por meio do rádio e da TV.

O professor de Artes Visuais, Paulo Carvalho, 24 anos, participou do evento e fez uma surpresa para "Tremendão". " Quando eu soube que Erasmo ia vir a Congonhas eu decidi fazer um quadro com uma caricatura dele para homenageá-lo. Sou muito fã do trabalho dele, cresci ouvindo Erasmo. Fiquei muito feliz por ele ter recebido o meu presente com tanto carinho", afirmou.

O bate-papo foi entremeado pelas canções Gatinha Manhosa, Sentado à Beira do Caminho, Sou Uma Criança e Não Entendo Nada, Mulher, Mesmo que seja Eu, Convite pra Nascer De Novo e, encerrando a noite, a canção Minha Fama de Mau, que também dá nome a um livro de memórias escrito por Erasmo.