20 de Outubro de 2016
 
Projeto Caixa Acústica promove encontro entre Flávia Ellen e Chico Amaral no museu

 

Mpb, samba, jazz e pop foram os ritmos entoados pela cantora Flávia Ellen e pelo instrumentista Chico Amaral na última quarta-feira, 19, no Museu de Congonhas. O show fez parte do Projeto Caixa Acústica, que tem patrocínio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais por meio da Gerdau, o apoio da Fumcult e da Prefeitura Municipal de Congonhas e a produção executiva da TW Cultural, de Belo Horizonte.

 

No repertório o público ouviu canções autorais de Ellen, como Arabesco, Descompasso, A chegada (parceria dom Rosângela Maluf), Lunático, Quase sem vergonha (as duas últimas são parceria com Erler Gomes); e canções de Chico Amaral e parceiros, como Tempo de samba (parceria Leo Minax), Simplesmente (parceria com Samuel Rosa), Bodas, Singular e Panamericana (parceria com Flávio Henrique). Na banda, participações de Clayton Neri (violão) e Leonardo Lana (percussão).

“Conheço o Chico faz tempo e o convidei para fazer essa parceria no show, no qual são seis músicas da minha autoria e seis de autoria dele. Estive em Congonhas há muitos anos atrás e estamos nos sentindo privilegiados por termos tocado em um lugar tão bonito, a proposta do museu é incrível, estou muito feliz por estar aqui”, enfatizou Flávia.

 

Carreira promissora

 

Flávia Ellen começou sua carreira em 2007, em bares na capital mineira. Em 2012, realizou seu primeiro show autoral no Centro Cultural da UFMG. No ano seguinte, foi indicada ao Prêmio Nova Canção, do Canal Multishow. Participou, também, do quadro Mulheres que Brilham, do Programa Raul Gil (2014) e foi finalista da fase nacional do Festival de Música e Poesia de Paranavaí (PR, 2014). Depois da participação no projeto Caixa Acústica BH 2015, no Teatro Santo Agostinho, da capital mineira, tem desenvolvido sua carreira em casas noturnas e espaços culturais de Minas Gerais. Sua página no site Palco MP3 tem mais de 110.000 acessos.

 

O saxofonista e letrista Chico Amaral é conhecido por grandes sucessos de sua parceria com Samuel Rosa, na banda Skank. A partir daí, suas letras tornaram-se conhecidas e seu nome foi requisitado por vários artistas brasileiros, como Beto Guedes, Ed Motta, Erasmo Carlos, Lô Borges, Juarez Moreira, Milton Nascimento e outros. Em 2002, lançou o CD instrumental Livramento, em parceria com Flávio Henrique. Quatro anos mais tarde, repetiu a parceria, em Livramento, agora com a participação da cantora Marina Machado. Em 2007 lançou o CD Singular, com temas de sua autoria inspirados no jazz mineiro, peças brasileiras (choro e samba) e elementos pop. Como instrumentista já tocou com Cartola, Milton Nascimento, Maria Schneider, Jorge Benjor, Nivaldo Ornelas e outros. Em 2012, lançou o CD Província, interpretando composições de músicos mineiros com a participação dos respectivos autores como Nivaldo Ornelas, Túlio Mourão, Nelson Ângelo, Toninho Horta, Juarez Moreira, Tavinho Moura e Beto Lopes. 

Confira as fotos: http://www.museudecongonhas.org.br/imagens

 


(Fonte: Comunicação Museu de Congonhas)